A sílaba tônica das palavras
A intensidade da pronúncia revela a denominaçãoA intensidade da pronúncia revela a denominação
Para facilitar nosso entendimento sobre este assunto é preciso prestar bastante atenção no modo como as palavras são pronunciadas.
Mas de que maneira vamos realizar esta tarefa?
Observando o modo como as sílabas são pronunciadas, percebemos que algumas são pronunciadas com mais força, outras com menos.
Citando o exemplo da palavra – “casa”:
Notamos que a sílaba ca foi pronunciada mais fortemente que a sílaba sa.
Por isso dizemos que ela é a sílaba tônica.
Aí vai um lembrete especial, do qual você não poderá nunca se esquecer!
Nós contamos a sílabas das palavras, começando do fim para o começo.
De acordo com a posição da sílaba tônica, as palavras recebem nomes variados, é o que conheceremos agora.
Oxítonas – a sílaba tônica é a última.
Ex: café – cipó – bebê
Paroxítonas – a sílaba tônica é a penúltima.
Ex: útil – tórax – táxi
Proparoxítonas – a sílaba tônica é a antepenúltima.
Ex: árvore – lâmpada – número
Todas as proparoxítonas são acentuadas
Quando estudamos sobre este assunto é muito importante conhecermos sobre o caso dos monossílabos, que como você já sabe, são palavras que possuem uma única sílaba.
Eles são classificados em átonos e tônicos.
Os monossílabos átonos são aqueles pronunciados de maneira fraca, pois eles não têm acentuação própria.
Ex: de, me, se, lhe
Os tônicos são pronunciados com mais força e possuem acentuação própria.
Ex: pó – dê – já
Atenção! Fique atento!
Todos os monossílabos tônicos terminados em: a. e, o com a presença do “s” ou não, são acentuados.
Apostila completa de português para concursos. Conteúdo completo com questões.
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Pontuação - o ponto e a vírgula
Pontuação
Os sinais de pontuação estão, de maneira geral, ligados à organização sintática dos termos na oração e são, desta forma, regidos por algumas regras. Hoje nossa aula será direcionada à vírgula.
Virgula: sinal de pontuação que separa termos de uma oração ou orações de um período.
Toda frase tem uma ordem em que os termos se dispõem: Sujeito - Verbo - Complementos. Chamamos esta de ordem direta.
Quando a frase está em ordem direta, não se separa seus termos imediatos por vírgula, ou seja, não pode haver vírgula entre sujeito e verbo, nem entre verbo e complemento. Observe:
Aquela menina que saiu não recebeu a apostila.
Quando, na ordem direta, houver termos com vários núcleos, usa-se a vírgula para separá-los.
Compramos lápis, borrachas, cadernos e gizes.
Utiliza-se também a vírgula, quando a ordem direta é rompida por um adjunto adverbial.
Ontem à noite, por volta das 22h, ela saiu e não voltou mais.
Será que a ausência da vírgula altera o sentido do texto?
A vírgula altera o sentido da frase? - Parte I
Já estudamos que o emprego da vírgula está condicionado a razões de ordem sintática. Dessa forma, a presença ou não desse sinal de pontuação, além de ser fundamental para determinar a função sintática dos termos na oração, é imprescindível no sentido da frase. Observe os exemplos:
1. O advogado do cantor, Sérgio Silva, requereu no Supremo Tribunal de Justiça a anulação da prisão temporária de seu cliente.
2. O advogado do cantor Sérgio Silva requereu ontem no Supremo Tribunal de Justiça a anulação da prisão temporária de seu cliente.
No primeiro exemplo, a presença das vírgulas indica que o nome do advogado do cantor é Sérgio Silva e o nome do cantor é desconhecido por nós.
Porém, no segundo exemplo, a ausência das vírgulas indica que Sérgio Silva é o nome do cantor. Neste caso, o nome do advogado é desconhecido por nós.
Veja mais um exemplo:
João quer almoçar.
João, quer almoçar?
As duas orações são compostas das mesmas palavras, mas a pontuação diferente altera-lhes substancialmente o sentido.
Na primeira, há uma frase declarativa, marcada pelo ponto final. O termo "João" é o sujeito da oração.
Na segunda, há uma frase interrogativa. A vírgula, após o termo "João", indica que ele funciona como vocativo da oração.
Qual o sentido você observa nas duas frases abaixo?
1. Os candidatos, que não levarem a identidade, não poderão fazer a prova.
2. Os candidatos que não levarem a identidade não poderão fazer a prova.
vírgula.
Além das regras gramaticais e sintáticas, há cobrança quanto à mudança de significado que a vírgula pode trazer por ter sido posta em lugar errado. Este assunto é bastante explorado pelas bancas ESAF, CESPE, FCC e outras.
Neste artigo, tratarei dos principais casos de emprego da vírgula quanto à sintaxe, se você está chegando agora e não conhece os artigos que falam sobre o valor semântico da vírgula, sugiro as leituras abaixo:
1. Pontuação
2. A vírgula altera o sentido da frase? Parte I
3. A vírgula altera o sentido da frase? Parte II
4. A vírgula altera o sentido da frase? Parte III
Sintaxe:
•Emprego da vírgula
1. Para separar os termos da mesma função:
"Vim, vi, venci."
2. Para isolar o vocativo:
João, onde está o livro?
E agora, Senhor?
3. Para isolar o aposto explicativo:
Lula, presidente do Brasil, mantém o hábito de viajar muito.
4. Para assinalar a inversão dos adjuntos adverbiais:
Por impulso instantâneo, toda a equipe comemorou.
Diante de todos os convidados, o casal disse sim.
Obs.:adjunto adverbial expresso por um simples advérbio, a vírgula é facultativa, ainda que haja deslocamento:
Hoje, completamos mais um ano de vida.
Hoje completamos mais um ano de vida.
5. Para marcar a elipse do verbo:
Ele comeu churrasco e eu, peixe.
6. Nas datas:
Recife, 23 de novembro de 2000.
7. Nas construções onde o complemento verbal, por vir anteposto, é repetido por um pronome enfático (objeto direto / indireto =>pleonástico):
A mim, ninguém me engana.
Ao pobre, não lhe devo. Ao rico, não lhe peço.
8. Para isolar certas palavras ou expressões explicativas, corretivas, continuativas, conclusivas, tais como “por exemplo, além disso, isto é, aliás, então...
Ele não quis estudar, ou melhor, fazer os exercícios.
9. Para separar as orações coordenadas ligadas pela conjunção "e", quando os sujeitos forem diferentes.
10. Para separar as orações coordenadas ligadas pelas conjunções mas, senão, nem, que, pois, porque, ou pelas alternativas: ou...ou; ora...ora; quer...quer...
Alguns são muito ricos, mas não vivem felizes.
Ou o conhece, ou não.
11. Para isolar as conjunções adversativas porém, todavia, contudo, no entanto; e as conjunções conclusivas logo, pois, portanto.
Desceu do ônibus, contudo teve alguns problemas.
Não teve tempo de estudar, logo não há chances de aprovação.
12. Para separar as orações adverbiais, principalmente quando antepostas à principal:
Como estudou direito para o vestibular, passou para o curso de Direito.
Quando você vier, sairei de casa.
13. Para separar os adjetivos e as orações adjetivas de sentido explicativo:
O jardim, que está florido, será protegido durante a chuva.
As mulheres, loucas, procuraram a maquiagem.
Os sinais de pontuação estão, de maneira geral, ligados à organização sintática dos termos na oração e são, desta forma, regidos por algumas regras. Hoje nossa aula será direcionada à vírgula.
Virgula: sinal de pontuação que separa termos de uma oração ou orações de um período.
Toda frase tem uma ordem em que os termos se dispõem: Sujeito - Verbo - Complementos. Chamamos esta de ordem direta.
Quando a frase está em ordem direta, não se separa seus termos imediatos por vírgula, ou seja, não pode haver vírgula entre sujeito e verbo, nem entre verbo e complemento. Observe:
Aquela menina que saiu não recebeu a apostila.
Quando, na ordem direta, houver termos com vários núcleos, usa-se a vírgula para separá-los.
Compramos lápis, borrachas, cadernos e gizes.
Utiliza-se também a vírgula, quando a ordem direta é rompida por um adjunto adverbial.
Ontem à noite, por volta das 22h, ela saiu e não voltou mais.
Será que a ausência da vírgula altera o sentido do texto?
A vírgula altera o sentido da frase? - Parte I
Já estudamos que o emprego da vírgula está condicionado a razões de ordem sintática. Dessa forma, a presença ou não desse sinal de pontuação, além de ser fundamental para determinar a função sintática dos termos na oração, é imprescindível no sentido da frase. Observe os exemplos:
1. O advogado do cantor, Sérgio Silva, requereu no Supremo Tribunal de Justiça a anulação da prisão temporária de seu cliente.
2. O advogado do cantor Sérgio Silva requereu ontem no Supremo Tribunal de Justiça a anulação da prisão temporária de seu cliente.
No primeiro exemplo, a presença das vírgulas indica que o nome do advogado do cantor é Sérgio Silva e o nome do cantor é desconhecido por nós.
Porém, no segundo exemplo, a ausência das vírgulas indica que Sérgio Silva é o nome do cantor. Neste caso, o nome do advogado é desconhecido por nós.
Veja mais um exemplo:
João quer almoçar.
João, quer almoçar?
As duas orações são compostas das mesmas palavras, mas a pontuação diferente altera-lhes substancialmente o sentido.
Na primeira, há uma frase declarativa, marcada pelo ponto final. O termo "João" é o sujeito da oração.
Na segunda, há uma frase interrogativa. A vírgula, após o termo "João", indica que ele funciona como vocativo da oração.
Qual o sentido você observa nas duas frases abaixo?
1. Os candidatos, que não levarem a identidade, não poderão fazer a prova.
2. Os candidatos que não levarem a identidade não poderão fazer a prova.
vírgula.
Além das regras gramaticais e sintáticas, há cobrança quanto à mudança de significado que a vírgula pode trazer por ter sido posta em lugar errado. Este assunto é bastante explorado pelas bancas ESAF, CESPE, FCC e outras.
Neste artigo, tratarei dos principais casos de emprego da vírgula quanto à sintaxe, se você está chegando agora e não conhece os artigos que falam sobre o valor semântico da vírgula, sugiro as leituras abaixo:
1. Pontuação
2. A vírgula altera o sentido da frase? Parte I
3. A vírgula altera o sentido da frase? Parte II
4. A vírgula altera o sentido da frase? Parte III
Sintaxe:
•Emprego da vírgula
1. Para separar os termos da mesma função:
"Vim, vi, venci."
2. Para isolar o vocativo:
João, onde está o livro?
E agora, Senhor?
3. Para isolar o aposto explicativo:
Lula, presidente do Brasil, mantém o hábito de viajar muito.
4. Para assinalar a inversão dos adjuntos adverbiais:
Por impulso instantâneo, toda a equipe comemorou.
Diante de todos os convidados, o casal disse sim.
Obs.:adjunto adverbial expresso por um simples advérbio, a vírgula é facultativa, ainda que haja deslocamento:
Hoje, completamos mais um ano de vida.
Hoje completamos mais um ano de vida.
5. Para marcar a elipse do verbo:
Ele comeu churrasco e eu, peixe.
6. Nas datas:
Recife, 23 de novembro de 2000.
7. Nas construções onde o complemento verbal, por vir anteposto, é repetido por um pronome enfático (objeto direto / indireto =>pleonástico):
A mim, ninguém me engana.
Ao pobre, não lhe devo. Ao rico, não lhe peço.
8. Para isolar certas palavras ou expressões explicativas, corretivas, continuativas, conclusivas, tais como “por exemplo, além disso, isto é, aliás, então...
Ele não quis estudar, ou melhor, fazer os exercícios.
9. Para separar as orações coordenadas ligadas pela conjunção "e", quando os sujeitos forem diferentes.
10. Para separar as orações coordenadas ligadas pelas conjunções mas, senão, nem, que, pois, porque, ou pelas alternativas: ou...ou; ora...ora; quer...quer...
Alguns são muito ricos, mas não vivem felizes.
Ou o conhece, ou não.
11. Para isolar as conjunções adversativas porém, todavia, contudo, no entanto; e as conjunções conclusivas logo, pois, portanto.
Desceu do ônibus, contudo teve alguns problemas.
Não teve tempo de estudar, logo não há chances de aprovação.
12. Para separar as orações adverbiais, principalmente quando antepostas à principal:
Como estudou direito para o vestibular, passou para o curso de Direito.
Quando você vier, sairei de casa.
13. Para separar os adjetivos e as orações adjetivas de sentido explicativo:
O jardim, que está florido, será protegido durante a chuva.
As mulheres, loucas, procuraram a maquiagem.
sábado, 19 de fevereiro de 2011
Fonema e letra
Fonema e letra
A palavra falada é formada por combinações de unidades mínimas de som (fonemas).
(F) (O) (N) (E) (M) (A) (S)
Observe que na na palavra acima temos 7 sons: FE, O, NE, E, ME, A e SE, compondo a palavra FONEMAS, mas também temos 7 letras.
Na escrita, a representação do fonema ocorre através de letras. Por isso, o fonema não pode ser confundido com a letra.
O fonema é a menor unidade sonora da língua, enquanto a letra é um sinal gráfico e visual, cuja função é representar o fonema de acordo com as normas da língua.
A correspondência entre letra e som não ocorre em todas as situações, pois uma mesma letra pode representar fonemas distintos, como o x nas palavras:
PRÓXIMO, EXATO E FEIXE
em próximo temos X com som de C
em exato temos X com som de Z
em feixe temos X com som de CH
Mas, há casos em que letras distintas representam o mesmo som, como acontece com as palavras:
SECO, CEDO, LAÇO e PRÓXIMO
Todas as palavras têm som de SS, mas são letras diferentes
Por fim, nota-se que uma letra pode representar mais de um fonema, como fixo, cuja leitura é
FIKSO ( 4 letras e 5 fonemas)
enquanto existe letra que não tem som, como o h em
HORA ( 4 letras, mas 3 fonemas)
Temos ainda os sons ora representados por uma só letra, ora por duas como
xícara/chinelo, gato/guitarra e rabo/carro.
Fonema é a menor unidade sonora da fala; é o som elementar e distintivo que, articulado e combinado com outro ou outros fonemas, forma as sílabas, que, por sua vez, formam as palavras, e estas formam as frases, as orações, o discurso, enfim.
Não confundamos, pois, letra com fonema. Quando falamos, emitimos fonemas, isto é, sons. Na palavra bala, por exemplo, emitimos quatro sons, ou seja, quatro fonemas:
/b/ = fonema bê;
/á/ = fonema á;
/l/ = fonema lê;
/a/ = fonema a.
Quando escrevemos, contudo, fazemos uso de letras, que nada mais são do que símbolos gráficos representativos dos fonemas. Portanto, letra e fonema não se confundem __ fonema é som, aquilo que ouvimos; letra é símbolo gráfico, aquilo que vemos.
Além de ser a menor unidade sonora da palavra, os fonemas têm valor distintivo. Por que têm valor distintivo? Porque a mudança de um único fonema acarreta, entre duas ou mais palavras, diferença de significado. Ex.:
cal - mal - sal - tal;
são - pão - não - cão;
bala - bola - bula.
Geralmente, como nos casos expostos acima, uma palavra possui o mesmo número de fonemas e de letras. No entanto, como nosso sistema ortográfico não é rigorosamente fonético, nem sempre isso ocorre. A palavra bala, por exemplo, possui quatro fonemas e quatro letras. Chuva, porém, possui cinco letras e apenas quatro fonemas, uma vez que as letras c e h representam, juntas, um único fonema: /x/ (o fonema xê). Essa união de duas letras para formar um só fonema recebe o nome de dígrafo ou digrama.
A letra x, por outro lado, pode, às vezes, representar dois fonemas ao mesmo tempo, um fonema dúplice. É o que ocorre na palavra fixo: o x, neste caso, representa dois fonemas distintos: /k/ e /s/. Devemos, aliás, ressaltar que a letra x pode representar em nossa língua vários fonemas. Se não, vejamos:
- exame - representa o fonema /z/ (zê);
- sintaxe - representa o fonema /s/ (sê);
- experiência - representa o fonema /s/ prolongado (= estranho);
- xícara - representa o fonema /s’/ (xê);
- táxi - representa o fonema dúplice, como já abordamos, /k/ e /s/ (quê e sê)
Letra
É o sinal gráfico da escrita.
Exemplos:
pipoca – tem 6 letras
hoje – tem 4 letras
Fonema
É o som da fala.
Exemplos:
pipoca – tem 6 fonemas
Hoje – tem 3 fonemas
*Observe de acordo com os exemplos que o número de letras e fonemas não precisão ter a mesma quantidade.
Chuva – tem 5 letras e 4 fonemas, já que o “ch” tem um único som.
Hipopótamo – tem 10 letras e 9 fonemas, já que o “h” não tem som.
Galinha – tem 7 letras e 6 fonemas, já que o “nh” tem um único som.
Pássaro – tem 7 letras e 6 fonemas, já que o “ss” só tem um único som.
Nascimento – 10 letras e 8 fonemas, já que não se pronuncia o “s” e o “en” tem um único som.
Exceção – 7 letras e 6 fonemas, já que não tem som o “x”.
Táxi – 4 letras e 5 fonemas, já que o “x” tem som de “ks”.
Guitarra – 8 letras e 6 fonemas, já que o “gu” tem um único som e o “rr” também tem um único som.
Queijo – 6 letras e 5 fonemas, já que o “qu” tem um único som.
Repare que através do exemplo a mudança de apenas uma letra ou fonema gera novas palavras.
C A V A L O
C A V A D O
C A L A D O
C O L A D O
S O L A D O
Os fonemas são classificados em vogais, consoantes e semivogais:
As vogais são sons produzidos sem obstáculos para a passagem de ar, que passa livremente pela boca, oriundo do pulmão. Sua emissão é independente de outro fonema, por isso constitui a base da sílaba.
Os sons das vogais produzem-se a partir do diferentes posicionamentos dos músculos da boca, constituídos pela língua, pelos lábios e pelo véu palatino, formando o seguinte quadro:
a) modificação do véu palatino:
vogais orais: a corrente de ar vibrante passa pela cavidade bucal, formando sete fonemas vocálicos orais: i, e, é, a, ó, o, u (fica, veja, vela, pá, bola, coma, pula).
vogais nasais: corrente de ar vibrante passa pelas cavidades bucal e nasal, formando cinco fonemas vocálicos nasais: linda, tenta, banda, onda, fundo.
b) elevação da língua na região do céu da boca:
vogais anteriores: emitidas com abertura média da boca (linda, fica, tenta, vela, veja).
vogais centrais: emitidas com abertura total da boca (banda, pá).
vogais posteriores: emitidas com abertura inferior a 50% da boca (fundo, pula, onda, bola, coma).
Essa abertura da boca também estará relacionada à consoante que segue a vocal, por isso a pronúncia precisa ser casada entre posição de abertura da vogal e da consoante.
c) elevação da parte mais alta da língua:
vogais altas: máxima elevação da língua para o céu da boca (fica, linda, pula, fundo).
vogais médias: a elevação é média (veja, tenta, vela, coma, tonta, bola).
vogais baixas: a elevação é mínima (pá, banda).
As consoantes são fonemas produzidos através da obstrução do ar proveniente do pulmão, precisando de uma vogal para ser emitidos. Esses obstáculos podem ser totais ou parciais, a partir da posição da língua e dos lábios.
As consoantes apresentam quatro critérios de classificação:
modo de articulação: responsável pela identificação do obstáculo que ocorre durante a passagem do ar pela boca.
As consoantes são fonemas produzidos através da obstrução do ar proveniente do pulmão, precisando de uma vogal para ser emitidos. Esses obstáculos podem ser totais ou parciais, a partir da posição da língua e dos lábios.
As consoantes apresentam quatro critérios de classificação:
modo de articulação: responsável pela identificação do obstáculo que ocorre durante a passagem do ar pela boca.
Se a corrente de ar encontrar um obstáculo total, essas consoantes serão classificadas como oclusivas (p, b, t, d, k e g).
Se o obstáculo for parcial, as consoantes serão chamadas constritivas (compressão), podendo ser fricativas (fricção do ar através de uma fenda no meio da boca), laterais (o ar sai pelos lados da boca) e vibrantes (quando ocorre a vibração da língua ou do véu palatal).
A classificação das consoantes constritivas ocorre da seguinte maneira:
- constritivas fricativas: f, v, s, z, x, j;
- constritivas laterais: l, lh;
- constritivas vibrantes: r, rr
ponto de articulação: identifica em qual ponto da cavidade bucal localiza-se o obstáculo para a passagem do ar.
O ponto de articulação classifica-se em consoantes bilabiais (contato entre os lábios superior e inferior), labiodentais (o lábio inferior tem contato com os dentes incisivos superiores), linguodentais (contato entre a língua e a face interna dos dentes incisivos superiores), alveolares (contato da língua com os alvéolos dos dentes incisivos superiores), palatais (o dorso da língua toca o céu da boca) e velares (parte posterior da língua tem contato com o véu palatino).
Essa classificação permite a seguinte divisão das consoantes quanto ao ponto de articulação:
- bilabiais: p, b, m;
- labiodentais: f, v;
- linguodentais: t, d, n;
- alveolares - s, z, l, r;
- palatais: x, j, lh, nh;
- velares: k, g, rr.
papel das cordas vocais: permite observar se ocorre ou não vibração das cordas vocais. Quando ocorrer a vibração a consoante é chamada de sonora, já quando não ocorre, ela é chamada de surda.
As consoantes surdas e sonoras da língua portuguesa podem ser divididas em seis pares:
SURDAS
SONORAS
p
t
k
f
s
x
b
d
g
v
z
j
papel das cavidades bucal e nasal: verifica se a passagem do ar ocorre somente pela cavidade bucal ou se passa pela cavidade nasal.
De acordo com a passagem do ar as consoantes são classificadas em orais ou nasais. As consoantes nasais da língua portuguesa são três (m, n, nh), todas as demais são orais.
Já as semivogais sempre acompanham um vogal, formando sílaba com ela. Na língua escrita às semivogais são representadas pelo "i" e "u", podendo em alguns casos serem representadas pelo "e" e "o".
Deve-se observar também que a é sempre vogal e se estiver acompanhada de outra vogal na mesma sílaba, esta será semivogal.
As consoantes são fonemas produzidos através da obstrução do ar proveniente do pulmão, precisando de uma vogal para ser emitidos. Esses obstáculos podem ser totais ou parciais, a partir da posição da língua e dos lábios.
As consoantes apresentam quatro critérios de classificação:
modo de articulação: responsável pela identificação do obstáculo que ocorre durante a passagem do ar pela boca.
Se a corrente de ar encontrar um obstáculo total, essas consoantes serão classificadas como oclusivas (p, b, t, d, k e g).
Se o obstáculo for parcial, as consoantes serão chamadas constritivas (compressão), podendo ser fricativas (fricção do ar através de uma fenda no meio da boca), laterais (o ar sai pelos lados da boca) e vibrantes (quando ocorre a vibração da língua ou do véu palatal).
A classificação das consoantes constritivas ocorre da seguinte maneira:
- constritivas fricativas: f, v, s, z, x, j;
- constritivas laterais: l, lh;
- constritivas vibrantes: r, rr
ponto de articulação: identifica em qual ponto da cavidade bucal localiza-se o obstáculo para a passagem do ar.
O ponto de articulação classifica-se em consoantes bilabiais (contato entre os lábios superior e inferior), labiodentais (o lábio inferior tem contato com os dentes incisivos superiores), linguodentais (contato entre a língua e a face interna dos dentes incisivos superiores), alveolares (contato da língua com os alvéolos dos dentes incisivos superiores), palatais (o dorso da língua toca o céu da boca) e velares (parte posterior da língua tem contato com o véu palatino).
Essa classificação permite a seguinte divisão das consoantes quanto ao ponto de articulação:
- bilabiais: p, b, m;
- labiodentais: f, v;
- linguodentais: t, d, n;
- alveolares - s, z, l, r;
- palatais: x, j, lh, nh;
- velares: k, g, rr.
papel das cordas vocais: permite observar se ocorre ou não vibração das cordas vocais. Quando ocorrer a vibração a consoante é chamada de sonora, já quando não ocorre, ela é chamada de surda.
A palavra falada é formada por combinações de unidades mínimas de som (fonemas).
(F) (O) (N) (E) (M) (A) (S)
Observe que na na palavra acima temos 7 sons: FE, O, NE, E, ME, A e SE, compondo a palavra FONEMAS, mas também temos 7 letras.
Na escrita, a representação do fonema ocorre através de letras. Por isso, o fonema não pode ser confundido com a letra.
O fonema é a menor unidade sonora da língua, enquanto a letra é um sinal gráfico e visual, cuja função é representar o fonema de acordo com as normas da língua.
A correspondência entre letra e som não ocorre em todas as situações, pois uma mesma letra pode representar fonemas distintos, como o x nas palavras:
PRÓXIMO, EXATO E FEIXE
em próximo temos X com som de C
em exato temos X com som de Z
em feixe temos X com som de CH
Mas, há casos em que letras distintas representam o mesmo som, como acontece com as palavras:
SECO, CEDO, LAÇO e PRÓXIMO
Todas as palavras têm som de SS, mas são letras diferentes
Por fim, nota-se que uma letra pode representar mais de um fonema, como fixo, cuja leitura é
FIKSO ( 4 letras e 5 fonemas)
enquanto existe letra que não tem som, como o h em
HORA ( 4 letras, mas 3 fonemas)
Temos ainda os sons ora representados por uma só letra, ora por duas como
xícara/chinelo, gato/guitarra e rabo/carro.
Fonema é a menor unidade sonora da fala; é o som elementar e distintivo que, articulado e combinado com outro ou outros fonemas, forma as sílabas, que, por sua vez, formam as palavras, e estas formam as frases, as orações, o discurso, enfim.
Não confundamos, pois, letra com fonema. Quando falamos, emitimos fonemas, isto é, sons. Na palavra bala, por exemplo, emitimos quatro sons, ou seja, quatro fonemas:
/b/ = fonema bê;
/á/ = fonema á;
/l/ = fonema lê;
/a/ = fonema a.
Quando escrevemos, contudo, fazemos uso de letras, que nada mais são do que símbolos gráficos representativos dos fonemas. Portanto, letra e fonema não se confundem __ fonema é som, aquilo que ouvimos; letra é símbolo gráfico, aquilo que vemos.
Além de ser a menor unidade sonora da palavra, os fonemas têm valor distintivo. Por que têm valor distintivo? Porque a mudança de um único fonema acarreta, entre duas ou mais palavras, diferença de significado. Ex.:
cal - mal - sal - tal;
são - pão - não - cão;
bala - bola - bula.
Geralmente, como nos casos expostos acima, uma palavra possui o mesmo número de fonemas e de letras. No entanto, como nosso sistema ortográfico não é rigorosamente fonético, nem sempre isso ocorre. A palavra bala, por exemplo, possui quatro fonemas e quatro letras. Chuva, porém, possui cinco letras e apenas quatro fonemas, uma vez que as letras c e h representam, juntas, um único fonema: /x/ (o fonema xê). Essa união de duas letras para formar um só fonema recebe o nome de dígrafo ou digrama.
A letra x, por outro lado, pode, às vezes, representar dois fonemas ao mesmo tempo, um fonema dúplice. É o que ocorre na palavra fixo: o x, neste caso, representa dois fonemas distintos: /k/ e /s/. Devemos, aliás, ressaltar que a letra x pode representar em nossa língua vários fonemas. Se não, vejamos:
- exame - representa o fonema /z/ (zê);
- sintaxe - representa o fonema /s/ (sê);
- experiência - representa o fonema /s/ prolongado (= estranho);
- xícara - representa o fonema /s’/ (xê);
- táxi - representa o fonema dúplice, como já abordamos, /k/ e /s/ (quê e sê)
Letra
É o sinal gráfico da escrita.
Exemplos:
pipoca – tem 6 letras
hoje – tem 4 letras
Fonema
É o som da fala.
Exemplos:
pipoca – tem 6 fonemas
Hoje – tem 3 fonemas
*Observe de acordo com os exemplos que o número de letras e fonemas não precisão ter a mesma quantidade.
Chuva – tem 5 letras e 4 fonemas, já que o “ch” tem um único som.
Hipopótamo – tem 10 letras e 9 fonemas, já que o “h” não tem som.
Galinha – tem 7 letras e 6 fonemas, já que o “nh” tem um único som.
Pássaro – tem 7 letras e 6 fonemas, já que o “ss” só tem um único som.
Nascimento – 10 letras e 8 fonemas, já que não se pronuncia o “s” e o “en” tem um único som.
Exceção – 7 letras e 6 fonemas, já que não tem som o “x”.
Táxi – 4 letras e 5 fonemas, já que o “x” tem som de “ks”.
Guitarra – 8 letras e 6 fonemas, já que o “gu” tem um único som e o “rr” também tem um único som.
Queijo – 6 letras e 5 fonemas, já que o “qu” tem um único som.
Repare que através do exemplo a mudança de apenas uma letra ou fonema gera novas palavras.
C A V A L O
C A V A D O
C A L A D O
C O L A D O
S O L A D O
Os fonemas são classificados em vogais, consoantes e semivogais:
As vogais são sons produzidos sem obstáculos para a passagem de ar, que passa livremente pela boca, oriundo do pulmão. Sua emissão é independente de outro fonema, por isso constitui a base da sílaba.
Os sons das vogais produzem-se a partir do diferentes posicionamentos dos músculos da boca, constituídos pela língua, pelos lábios e pelo véu palatino, formando o seguinte quadro:
a) modificação do véu palatino:
vogais orais: a corrente de ar vibrante passa pela cavidade bucal, formando sete fonemas vocálicos orais: i, e, é, a, ó, o, u (fica, veja, vela, pá, bola, coma, pula).
vogais nasais: corrente de ar vibrante passa pelas cavidades bucal e nasal, formando cinco fonemas vocálicos nasais: linda, tenta, banda, onda, fundo.
b) elevação da língua na região do céu da boca:
vogais anteriores: emitidas com abertura média da boca (linda, fica, tenta, vela, veja).
vogais centrais: emitidas com abertura total da boca (banda, pá).
vogais posteriores: emitidas com abertura inferior a 50% da boca (fundo, pula, onda, bola, coma).
Essa abertura da boca também estará relacionada à consoante que segue a vocal, por isso a pronúncia precisa ser casada entre posição de abertura da vogal e da consoante.
c) elevação da parte mais alta da língua:
vogais altas: máxima elevação da língua para o céu da boca (fica, linda, pula, fundo).
vogais médias: a elevação é média (veja, tenta, vela, coma, tonta, bola).
vogais baixas: a elevação é mínima (pá, banda).
As consoantes são fonemas produzidos através da obstrução do ar proveniente do pulmão, precisando de uma vogal para ser emitidos. Esses obstáculos podem ser totais ou parciais, a partir da posição da língua e dos lábios.
As consoantes apresentam quatro critérios de classificação:
modo de articulação: responsável pela identificação do obstáculo que ocorre durante a passagem do ar pela boca.
As consoantes são fonemas produzidos através da obstrução do ar proveniente do pulmão, precisando de uma vogal para ser emitidos. Esses obstáculos podem ser totais ou parciais, a partir da posição da língua e dos lábios.
As consoantes apresentam quatro critérios de classificação:
modo de articulação: responsável pela identificação do obstáculo que ocorre durante a passagem do ar pela boca.
Se a corrente de ar encontrar um obstáculo total, essas consoantes serão classificadas como oclusivas (p, b, t, d, k e g).
Se o obstáculo for parcial, as consoantes serão chamadas constritivas (compressão), podendo ser fricativas (fricção do ar através de uma fenda no meio da boca), laterais (o ar sai pelos lados da boca) e vibrantes (quando ocorre a vibração da língua ou do véu palatal).
A classificação das consoantes constritivas ocorre da seguinte maneira:
- constritivas fricativas: f, v, s, z, x, j;
- constritivas laterais: l, lh;
- constritivas vibrantes: r, rr
ponto de articulação: identifica em qual ponto da cavidade bucal localiza-se o obstáculo para a passagem do ar.
O ponto de articulação classifica-se em consoantes bilabiais (contato entre os lábios superior e inferior), labiodentais (o lábio inferior tem contato com os dentes incisivos superiores), linguodentais (contato entre a língua e a face interna dos dentes incisivos superiores), alveolares (contato da língua com os alvéolos dos dentes incisivos superiores), palatais (o dorso da língua toca o céu da boca) e velares (parte posterior da língua tem contato com o véu palatino).
Essa classificação permite a seguinte divisão das consoantes quanto ao ponto de articulação:
- bilabiais: p, b, m;
- labiodentais: f, v;
- linguodentais: t, d, n;
- alveolares - s, z, l, r;
- palatais: x, j, lh, nh;
- velares: k, g, rr.
papel das cordas vocais: permite observar se ocorre ou não vibração das cordas vocais. Quando ocorrer a vibração a consoante é chamada de sonora, já quando não ocorre, ela é chamada de surda.
As consoantes surdas e sonoras da língua portuguesa podem ser divididas em seis pares:
SURDAS
SONORAS
p
t
k
f
s
x
b
d
g
v
z
j
papel das cavidades bucal e nasal: verifica se a passagem do ar ocorre somente pela cavidade bucal ou se passa pela cavidade nasal.
De acordo com a passagem do ar as consoantes são classificadas em orais ou nasais. As consoantes nasais da língua portuguesa são três (m, n, nh), todas as demais são orais.
Já as semivogais sempre acompanham um vogal, formando sílaba com ela. Na língua escrita às semivogais são representadas pelo "i" e "u", podendo em alguns casos serem representadas pelo "e" e "o".
Deve-se observar também que a é sempre vogal e se estiver acompanhada de outra vogal na mesma sílaba, esta será semivogal.
As consoantes são fonemas produzidos através da obstrução do ar proveniente do pulmão, precisando de uma vogal para ser emitidos. Esses obstáculos podem ser totais ou parciais, a partir da posição da língua e dos lábios.
As consoantes apresentam quatro critérios de classificação:
modo de articulação: responsável pela identificação do obstáculo que ocorre durante a passagem do ar pela boca.
Se a corrente de ar encontrar um obstáculo total, essas consoantes serão classificadas como oclusivas (p, b, t, d, k e g).
Se o obstáculo for parcial, as consoantes serão chamadas constritivas (compressão), podendo ser fricativas (fricção do ar através de uma fenda no meio da boca), laterais (o ar sai pelos lados da boca) e vibrantes (quando ocorre a vibração da língua ou do véu palatal).
A classificação das consoantes constritivas ocorre da seguinte maneira:
- constritivas fricativas: f, v, s, z, x, j;
- constritivas laterais: l, lh;
- constritivas vibrantes: r, rr
ponto de articulação: identifica em qual ponto da cavidade bucal localiza-se o obstáculo para a passagem do ar.
O ponto de articulação classifica-se em consoantes bilabiais (contato entre os lábios superior e inferior), labiodentais (o lábio inferior tem contato com os dentes incisivos superiores), linguodentais (contato entre a língua e a face interna dos dentes incisivos superiores), alveolares (contato da língua com os alvéolos dos dentes incisivos superiores), palatais (o dorso da língua toca o céu da boca) e velares (parte posterior da língua tem contato com o véu palatino).
Essa classificação permite a seguinte divisão das consoantes quanto ao ponto de articulação:
- bilabiais: p, b, m;
- labiodentais: f, v;
- linguodentais: t, d, n;
- alveolares - s, z, l, r;
- palatais: x, j, lh, nh;
- velares: k, g, rr.
papel das cordas vocais: permite observar se ocorre ou não vibração das cordas vocais. Quando ocorrer a vibração a consoante é chamada de sonora, já quando não ocorre, ela é chamada de surda.
Dicas de o que deve ser evitado, e o que deve ser enfatizado.
Dicas de o que deve ser evitado, e o que deve ser enfatizado.
1. Vc. deve evitar ao máx. abrev., etc.
2. Desnecessário faz-se empregar estilo de escrita demasiadamente rebuscado, segundo deve ser do conhecimento inexorável dos copidesques. Tal prática advém de esmero excessivo que beira o exibicionismo narcisístico.
3. Anule aliterações altamente abusivas.
4. "não esqueça das maiúsculas", como já dizia dona loreta, minha professora lá no colégio alexandre de gusmão, no ipiranga.
5. Evite lugares-comuns assim como o diabo foge da cruz.
6. O uso de parênteses (mesmo quando for relevante) é desnecessário.
7. Estrangeirismos estão out; palavras de origem portuguesa estão in.
8. Chute o balde no emprego de gíria, mesmo que sejam maneiras, tá ligado?
9. Palavras de baixo calão podem transformar seu texto numa merda.
10. Nunca generalize: generalizar, em todas as situações, sempre é um erro.
11. Evite repetir a mesma palavra, pois essa palavra vai ficar uma palavra repetitiva. A repetição da palavra vai fazer com que a palavra repetida desqualifique o texto onde a palavra se encontra repetida.
12. Não abuse das citações. Como costuma dizer meu amigo: "Quem cita os outros não tem idéias próprias".
13. Frases incompletas podem causar
14. Não seja redundante, não é preciso dizer a mesma coisa de formas diferentes; isto é, basta mencionar cada argumento uma só vez.Em outras palavras, não fique repetindo a mesma idéia.
15. Seja mais ou menos específico.
16. Frases com apenas uma palavra? Jamais!
17. A voz passiva deve ser evitada.
18. Use a pontuação corretamente o ponto e a vírgula especialmente será que ninguém sabe mais usar o sinal de interrogação
19. Quem precisa de perguntas retóricas?
20. Conforme recomenda a A.G.O.P, nunca use siglas desconhecidas.
21. Exagerar é cem bilhões de vezes pior do que a moderação.
22. Evite mesóclises. Repita comigo: "mesóclises: evitá- las-ei!"
23. Analogias na escrita são tão úteis quanto chifres numa galinha.
25. Evite frases exageradamente longas, pois estas dificultam a compreensão da idéia contida nelas, e, concomitantemente, por conterem mais de uma idéia central, o que nem sempre torna o seu conteúdo acessível, forçando, desta forma, o pobre leitor a separá-la em seus componentes diversos, de forma a torná- las compreensíveis, o que não deveria ser, afinal de contas, parte do processo da leitura, hábito que devemos estimular através do uso de frases mais curtas.
26. Cuidado com a hortografia, para não estrupar a língüa portuguêza.
27. Seja incisivo e coerente, ou não.
1. Vc. deve evitar ao máx. abrev., etc.
2. Desnecessário faz-se empregar estilo de escrita demasiadamente rebuscado, segundo deve ser do conhecimento inexorável dos copidesques. Tal prática advém de esmero excessivo que beira o exibicionismo narcisístico.
3. Anule aliterações altamente abusivas.
4. "não esqueça das maiúsculas", como já dizia dona loreta, minha professora lá no colégio alexandre de gusmão, no ipiranga.
5. Evite lugares-comuns assim como o diabo foge da cruz.
6. O uso de parênteses (mesmo quando for relevante) é desnecessário.
7. Estrangeirismos estão out; palavras de origem portuguesa estão in.
8. Chute o balde no emprego de gíria, mesmo que sejam maneiras, tá ligado?
9. Palavras de baixo calão podem transformar seu texto numa merda.
10. Nunca generalize: generalizar, em todas as situações, sempre é um erro.
11. Evite repetir a mesma palavra, pois essa palavra vai ficar uma palavra repetitiva. A repetição da palavra vai fazer com que a palavra repetida desqualifique o texto onde a palavra se encontra repetida.
12. Não abuse das citações. Como costuma dizer meu amigo: "Quem cita os outros não tem idéias próprias".
13. Frases incompletas podem causar
14. Não seja redundante, não é preciso dizer a mesma coisa de formas diferentes; isto é, basta mencionar cada argumento uma só vez.Em outras palavras, não fique repetindo a mesma idéia.
15. Seja mais ou menos específico.
16. Frases com apenas uma palavra? Jamais!
17. A voz passiva deve ser evitada.
18. Use a pontuação corretamente o ponto e a vírgula especialmente será que ninguém sabe mais usar o sinal de interrogação
19. Quem precisa de perguntas retóricas?
20. Conforme recomenda a A.G.O.P, nunca use siglas desconhecidas.
21. Exagerar é cem bilhões de vezes pior do que a moderação.
22. Evite mesóclises. Repita comigo: "mesóclises: evitá- las-ei!"
23. Analogias na escrita são tão úteis quanto chifres numa galinha.
25. Evite frases exageradamente longas, pois estas dificultam a compreensão da idéia contida nelas, e, concomitantemente, por conterem mais de uma idéia central, o que nem sempre torna o seu conteúdo acessível, forçando, desta forma, o pobre leitor a separá-la em seus componentes diversos, de forma a torná- las compreensíveis, o que não deveria ser, afinal de contas, parte do processo da leitura, hábito que devemos estimular através do uso de frases mais curtas.
26. Cuidado com a hortografia, para não estrupar a língüa portuguêza.
27. Seja incisivo e coerente, ou não.
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Adjunto Adverbial para concurso público
Adjunto Adverbial para concurso público
É o termo da oração que indica uma circunstância (dando ideia de tempo, lugar, modo, causa, finalidade, etc.). O adjunto adverbial é o termo que modifica o sentido de um verbo, de um adjetivo ou de um advérbio. Observe as frases abaixo:
Eles se respeitam muito.
Seu projeto é muito interessante.
O time jogou muito mal.
Nessas três orações, muito é adjunto adverbial de intensidade. No primeiro caso, intensifica a forma verbal respeitam, que é núcleo do predicado verbal. No segundo, intensifica o adjetivo interessante, que é o núcleo do predicativo do sujeito. Na terceira oração, muito intensifica o advérbio mal, que é o núcleo do adjunto adverbial de modo.
Veja o exemplo abaixo:
Amanhã voltarei de bicicleta àquela velha praça.
Os termos em destaque estão indicando as seguintes circunstâncias:
amanhã indica tempo;
de bicicleta indica meio;
àquela velha praça indica lugar.
Sabendo que a classificação do adjunto adverbial se relaciona com a circunstância por ele expressa, os termos acima podem ser classificados, respectivamente em: adjunto adverbial de tempo, adjunto adverbial de meio e adjunto adverbial de lugar.
O adjunto adverbial pode ser expresso por:
1) Advérbio: O balão caiu longe.
2) Locução Adverbial: O balão caiu no mar.
3) Oração: Se o balão pegar fogo, avisem-me.
Observação: nem sempre é possível apontar com precisão a circunstância expressa por um adjunto adverbial. Em alguns casos, as diferentes possibilidades de interpretação dão origem a orações sugestivas.
Por Exemplo:
Entreguei-me calorosamente àquela causa.
É difícil precisar se calorosamente é um adjunto adverbial de modo ou de intensidade. Na verdade, parece ser uma fórmula de expressar ao mesmo tempo as duas circunstâncias. Por isso, é fundamental levar em conta o contexto em que surgem os adjuntos adverbiais.
Classificação do Adjunto Adverbial
Listamos abaixo algumas circunstâncias que o adjunto adverbial pode exprimir. Não deixe de observar os exemplos.
Acréscimo
Por Exemplo:
Além da tristeza, sentia profundo cansaço.
Afirmação
Por Exemplo:
Sim, realmente irei partir.
Ele irá com certeza.
Assunto
Por Exemplo:
Falávamos sobre futebol. (ou de futebol, ou a respeito de futebol).
Causa
Por Exemplo:
Com o calor, o poço secou.
Não comentamos nada por discrição.
O menor trabalha por necessidade.
Companhia
Por Exemplo:
Fui ao cinema com sua prima.
Com quem você saiu?
Sempre contigo irei estar.
Concessão
Por Exemplo:
Apesar do estado precário do gramado, o jogo foi ótimo.
Condição
Por Exemplo:
Sem minha autorização, você não irá.
Sem erros, não há acertos.
Conformidade
Por Exemplo:
Fez tudo conforme o combinado. (ou segundo o combinado)
Dúvida
Por Exemplo:
Talvez seja melhor irmos mais tarde.
Porventura, encontrariam a solução da crise?
Quiçá acertemos desta vez.
Fim, finalidade
Por Exemplo:
Ela vive para o amor.
Daniel estudou para o exame.
Trabalho para o meu sustento.
Viajei a negócio.
Frequência
Por Exemplo:
Sempre aparecia por lá.
Havia reuniões todos os dias.
Instrumento
Por Exemplo:
Rodrigo fez o corte com a faca.
O artista criava seus desenhos a lápis.
Intensidade
Por Exemplo:
A atleta corria bastante.
O remédio é muito caro.
Limite
Por Exemplo:
A menina andava correndo do quarto à sala.
Lugar
Por Exemplo:
Nasci em Porto Alegre.
Estou em casa.
Vive nas montanhas.
Viajou para o litoral.
"Há, em cada canto de minh’alma, um altar a um Deus diferente." (Álvaro de Campos)
Matéria
Por Exemplo:
Compunha-se de substâncias estranhas.
Era feito de aço.
Meio
Por Exemplo:
Fui de avião.
Viajei de trem.
Enriqueceram mediante fraude.
É o termo da oração que indica uma circunstância (dando ideia de tempo, lugar, modo, causa, finalidade, etc.). O adjunto adverbial é o termo que modifica o sentido de um verbo, de um adjetivo ou de um advérbio. Observe as frases abaixo:
Eles se respeitam muito.
Seu projeto é muito interessante.
O time jogou muito mal.
Nessas três orações, muito é adjunto adverbial de intensidade. No primeiro caso, intensifica a forma verbal respeitam, que é núcleo do predicado verbal. No segundo, intensifica o adjetivo interessante, que é o núcleo do predicativo do sujeito. Na terceira oração, muito intensifica o advérbio mal, que é o núcleo do adjunto adverbial de modo.
Veja o exemplo abaixo:
Amanhã voltarei de bicicleta àquela velha praça.
Os termos em destaque estão indicando as seguintes circunstâncias:
amanhã indica tempo;
de bicicleta indica meio;
àquela velha praça indica lugar.
Sabendo que a classificação do adjunto adverbial se relaciona com a circunstância por ele expressa, os termos acima podem ser classificados, respectivamente em: adjunto adverbial de tempo, adjunto adverbial de meio e adjunto adverbial de lugar.
O adjunto adverbial pode ser expresso por:
1) Advérbio: O balão caiu longe.
2) Locução Adverbial: O balão caiu no mar.
3) Oração: Se o balão pegar fogo, avisem-me.
Observação: nem sempre é possível apontar com precisão a circunstância expressa por um adjunto adverbial. Em alguns casos, as diferentes possibilidades de interpretação dão origem a orações sugestivas.
Por Exemplo:
Entreguei-me calorosamente àquela causa.
É difícil precisar se calorosamente é um adjunto adverbial de modo ou de intensidade. Na verdade, parece ser uma fórmula de expressar ao mesmo tempo as duas circunstâncias. Por isso, é fundamental levar em conta o contexto em que surgem os adjuntos adverbiais.
Classificação do Adjunto Adverbial
Listamos abaixo algumas circunstâncias que o adjunto adverbial pode exprimir. Não deixe de observar os exemplos.
Acréscimo
Por Exemplo:
Além da tristeza, sentia profundo cansaço.
Afirmação
Por Exemplo:
Sim, realmente irei partir.
Ele irá com certeza.
Assunto
Por Exemplo:
Falávamos sobre futebol. (ou de futebol, ou a respeito de futebol).
Causa
Por Exemplo:
Com o calor, o poço secou.
Não comentamos nada por discrição.
O menor trabalha por necessidade.
Companhia
Por Exemplo:
Fui ao cinema com sua prima.
Com quem você saiu?
Sempre contigo irei estar.
Concessão
Por Exemplo:
Apesar do estado precário do gramado, o jogo foi ótimo.
Condição
Por Exemplo:
Sem minha autorização, você não irá.
Sem erros, não há acertos.
Conformidade
Por Exemplo:
Fez tudo conforme o combinado. (ou segundo o combinado)
Dúvida
Por Exemplo:
Talvez seja melhor irmos mais tarde.
Porventura, encontrariam a solução da crise?
Quiçá acertemos desta vez.
Fim, finalidade
Por Exemplo:
Ela vive para o amor.
Daniel estudou para o exame.
Trabalho para o meu sustento.
Viajei a negócio.
Frequência
Por Exemplo:
Sempre aparecia por lá.
Havia reuniões todos os dias.
Instrumento
Por Exemplo:
Rodrigo fez o corte com a faca.
O artista criava seus desenhos a lápis.
Intensidade
Por Exemplo:
A atleta corria bastante.
O remédio é muito caro.
Limite
Por Exemplo:
A menina andava correndo do quarto à sala.
Lugar
Por Exemplo:
Nasci em Porto Alegre.
Estou em casa.
Vive nas montanhas.
Viajou para o litoral.
"Há, em cada canto de minh’alma, um altar a um Deus diferente." (Álvaro de Campos)
Matéria
Por Exemplo:
Compunha-se de substâncias estranhas.
Era feito de aço.
Meio
Por Exemplo:
Fui de avião.
Viajei de trem.
Enriqueceram mediante fraude.
TERMOS ACESSÓRIOS DA ORAÇÃO
TERMOS ACESSÓRIOS DA ORAÇÃO
Sobre os Termos Acessórios
Existem termos que, apesar de dispensáveis na estrutura básica da oração, são importantes para a compreensão do enunciado. Ao acrescentar informações novas, esses termos:
- caracterizam o ser;
- determinam os substantivos;
- exprimem circunstância.
São termos acessórios da oração: o adjunto adverbial, o adjunto adnominal e o aposto.
Vamos observar o exemplo:
Anoiteceu.
No exemplo acima, temos uma oração de predicado verbal formado por um verbo impessoal. Trata-se de uma oração sem sujeito. O verbo anoiteceu é suficiente para transmitir a mensagem enunciada. Poderíamos, no entanto, ampliar a gama de informações contidas nessa frase:
Por Exemplo:
Suavemente anoiteceu na cidade.
A ideia central continua contida no verbo da oração. Temos, agora, duas noções acessórias, circunstanciais, ligadas ao processo verbal: o modo como anoiteceu (suavemente) e o lugar onde anoiteceu (na cidade). A esses termos acessórios que indicam circunstâncias relativas ao processo verbal damos o nome de adjuntos adverbiais.
Agora, observe o que ocorre ao expandirmos um pouco mais a oração acima:
Por Exemplo:
Suavemente anoiteceu na deserta cidade do planalto.
Surgiram termos que ser referem ao substantivo cidade, caracterizando-o, delimitando-lhe o sentido. Trata-se de termos acessórios que se ligam a um nome, determinando-lhe o sentido. São chamados adjuntos adnominais.
Por último, analise a frase abaixo:
Fernando Pessoa era português.
Nessa oração, o sujeito é determinado e simples: Fernando Pessoa. Há ainda um predicativo do sujeito (português) relacionado ao sujeito pelo verbo de ligação (era). Trata-se, pois, de uma oração com predicado nominal. Note que a frase é capaz de comunicar eficientemente uma informação. Nada nos impede, no entanto, de enriquecer mais um pouco o conteúdo informativo. Veja:
Fernando Pessoa, o criador de poetas, era português.
Sobre os Termos Acessórios
Existem termos que, apesar de dispensáveis na estrutura básica da oração, são importantes para a compreensão do enunciado. Ao acrescentar informações novas, esses termos:
- caracterizam o ser;
- determinam os substantivos;
- exprimem circunstância.
São termos acessórios da oração: o adjunto adverbial, o adjunto adnominal e o aposto.
Vamos observar o exemplo:
Anoiteceu.
No exemplo acima, temos uma oração de predicado verbal formado por um verbo impessoal. Trata-se de uma oração sem sujeito. O verbo anoiteceu é suficiente para transmitir a mensagem enunciada. Poderíamos, no entanto, ampliar a gama de informações contidas nessa frase:
Por Exemplo:
Suavemente anoiteceu na cidade.
A ideia central continua contida no verbo da oração. Temos, agora, duas noções acessórias, circunstanciais, ligadas ao processo verbal: o modo como anoiteceu (suavemente) e o lugar onde anoiteceu (na cidade). A esses termos acessórios que indicam circunstâncias relativas ao processo verbal damos o nome de adjuntos adverbiais.
Agora, observe o que ocorre ao expandirmos um pouco mais a oração acima:
Por Exemplo:
Suavemente anoiteceu na deserta cidade do planalto.
Surgiram termos que ser referem ao substantivo cidade, caracterizando-o, delimitando-lhe o sentido. Trata-se de termos acessórios que se ligam a um nome, determinando-lhe o sentido. São chamados adjuntos adnominais.
Por último, analise a frase abaixo:
Fernando Pessoa era português.
Nessa oração, o sujeito é determinado e simples: Fernando Pessoa. Há ainda um predicativo do sujeito (português) relacionado ao sujeito pelo verbo de ligação (era). Trata-se, pois, de uma oração com predicado nominal. Note que a frase é capaz de comunicar eficientemente uma informação. Nada nos impede, no entanto, de enriquecer mais um pouco o conteúdo informativo. Veja:
Fernando Pessoa, o criador de poetas, era português.
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
O Novo Acordo Ortográfico visa simplificar as regras ortográficas
O Novo Acordo Ortográfico visa simplificar as regras ortográficas da Língua Portuguesa e aumentar o prestígio social da língua no cenário internacional. Sua implementação no Brasil segue os seguintes parâmetros: 2009 – vigência ainda não obrigatória, 2010 a 2012 – adaptação completa dos livros didáticos às novas regras; e a partir de 2013 – vigência obrigatória em todo o território nacional. Cabe lembrar que esse “Novo Acordo Ortográfico” já se encontrava assinado desde 1990 por oito países que falam a língua portuguesa, inclusive pelo Brasil, mas só agora é que teve sua implementação.
É equívoco afirmar que este acordo visa uniformizar a língua, já que uma língua não existe apenas em função de sua ortografia. Vale lembrar que a ortografia é apenas um aspecto superficial da escrita da língua, e que as diferenças entre o Português falado nos diversos países lusófonos subsistirão em questões referentes à pronúncia, vocabulário e gramática. Uma língua muda em função de seus falantes e do tempo, não por meio de Leis ou Acordos.
A queixa de muitos estudantes e usuários da língua escrita é que, depois de internalizada uma regra, é difícil “desaprendê-la”. Então, cabe aqui uma dica: quando se tiver uma dúvida sobre a escrita de alguma palavra, o ideal é consultar o Novo Acordo (tenha um sempre em fácil acesso) ou, na melhor das hipóteses, use um sinônimo para referir-se a tal palavra.
Mostraremos nessa sessão de artigos o Novo Acordo de uma maneira descomplicada, apontando como é que fica estabelecido de hoje em diante a Ortografia Oficial do Português falado no Brasil.
Alfabeto
A influência do inglês no nosso idioma agora é oficial. Há muito tempo as letras “k”, “w” e “y” faziam parte do nosso idioma, isto não é nenhuma novidade. Elas já apareciam em unidades de medidas, nomes próprios e palavras importadas do idioma inglês, como:
km – quilômetro,
kg – quilograma
Show, Shakespeare, Byron, Newton, dentre outros.
Acordo Ortográfico »
Acentuação Gráfica QUANTO À POSIÇÃO DA SÍLABA TÔNICA
1. Acentuam-se as oxítonas terminadas em “A”, “E”, “O”, seguidas ou não de “S”, inclusive as formas verbais quando seguidas de “LO(s)” ou “LA(s)”. Também recebem acento as oxítonas terminadas em ditongos abertos, como “ÉI”, “ÉU”, “ÓI”, seguidos ou não de “S”
Ex.
Chá Mês nós
Gás Sapé cipó
Dará Café avós
Pará Vocês compôs
vatapá pontapés só
Aliás português robô
dá-lo vê-lo avó
recuperá-los Conhecê-los pô-los
guardá-la Fé compô-los
réis (moeda) Véu dói
méis céu mói
pastéis Chapéus anzóis
ninguém parabéns Jerusalém
Resumindo:
Só não acentuamos oxítonas terminadas em “I” ou “U”, a não ser que seja um caso de hiato. Por exemplo: as palavras “baú”, “aí”, “Esaú” e “atraí-lo” são acentuadas porque as semivogais “i” e “u” estão tônicas nestas palavras.
2. Acentuamos as palavras paroxítonas quando terminadas em:
•L – afável, fácil, cônsul, desejável, ágil, incrível.
•N – pólen, abdômen, sêmen, abdômen.
•R – câncer, caráter, néctar, repórter.
•X – tórax, látex, ônix, fênix.
•PS – fórceps, Quéops, bíceps.
•Ã(S) – ímã, órfãs, ímãs, Bálcãs.
•ÃO(S) – órgão, bênção, sótão, órfão.
•I(S) – júri, táxi, lápis, grátis, oásis, miosótis.
•ON(S) – náilon, próton, elétrons, cânon.
•UM(S) – álbum, fórum, médium, álbuns.
•US – ânus, bônus, vírus, Vênus.
Também acentuamos as paroxítonas terminadas em ditongos crescentes (semivogal+vogal):
Névoa, infância, tênue, calvície, série, polícia, residência, férias, lírio.
3. Todas as proparoxítonas são acentuadas.
Ex. México, música, mágico, lâmpada, pálido, pálido, sândalo, crisântemo, público, pároco, proparoxítona.
QUANTO À CLASSIFICAÇÃO DOS ENCONTROS VOCÁLICOS
4. Acentuamos as vogais “I” e “U” dos hiatos, quando:
•Formarem sílabas sozinhos ou com “S”
Ex. Ju-í-zo, Lu-ís, ca-fe-í-na, ra-í-zes, sa-í-da, e-go-ís-ta.
IMPORTANTE
Por que não acentuamos “ba-i-nha”, “fei-u-ra”, “ru-im”, “ca-ir”, “Ra-ul”, se todos são “i” e “u” tônicas, portanto hiatos?
Porque o “i” tônico de “bainha” vem seguido de NH. O “u” e o “i” tônicos de “ruim”, “cair” e “Raul” formam sílabas com “m”, “r” e “l” respectivamente. Essas consoantes já soam forte por natureza, tornando naturalmente a sílaba “tônica”, sem precisar de acento que reforce isso.
5. Trema
Não se usa mais o trema em palavras da língua portuguesa. Ele só vai permanecer em nomes próprios e seus derivados, de origem estrangeira, como Bündchen, Müller, mülleriano (neste caso, o “ü” lê-se “i”)
6. Acento Diferencial
O acento diferencial permanece nas palavras:
pôde (passado), pode (presente)
pôr (verbo), por (preposição)
Nas formas verbais, cuja finalidade é determinar se a 3ª pessoa do verbo está no singular ou plural:
SINGULAR PLURAL
Ele tem Eles têm
Ele vem Eles vêm
Essa regra se aplica a todos os verbos derivados de “ter” e “vir”, como: conter, manter, intervir, deter, sobrevir, reter, etc.
Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa – Base XII e XIII – acento grave e supressão dos acentos em palavras derivadas
1º) Recebem o acento grave:
a) Contração de uma preposição a com o artigo feminino ou pronome demonstrativo o:
à – junção de a + a
às – junção de a + as
b) Contração da preposição a com os demonstrativos aquele, aquela, aqueles, aquelas e aquilo, não podendo deixar de citar as preposições com os compostos aqueleoutro e suas flexões:
àquele àquela àquilo àqueleoutro àquelaoutra àqueles àquelas àqueleoutro àquelaoutra
1º) Não se usa o acento agudo ou circunflexo em advérbios terminados em –mente, derivado de adjetivos:
avidamente – de ávido debilmente – de débil facilmente – de fácil habilmente – de hábil ingenuamente – de ingênuo somente – de só
2º) Não se usa o acento agudo e circunflexo em palavras derivadas que contêm sufixos iniciados por z e cujas formas originais apresentam vogal tônica em que apresenta acento agudo ou circunflexo:
aneizinhos – de anéis avozinha – de avó bebezinho – de bebê cafezada – de café chapeuzinho – de chapéu chazeiro – de chá ilheuzito – de ilhéu mazinha – de má orfãzinho – de órfão lampadazita – de lâmpada avozinho – de avô bençãozinho – de bênção
Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa – Base XVIII – apóstrofo
1º) Casos de apóstrofo:
a) Usa-se para combinações e aglutinações de vocábulos distintos:
d’Os Lusíadas, d’Os Sertões, n’Os Lusíadas, n’Os Sertões, pel’Os Lusíadas
b) Usa-se em contração e aglutinação com formas pronominais para dar realce:
d’Ele, n’Ele, d’Aquele, n’Aquela, d’o, n’a, n’o, Pel’o, m’o, Tu’a
c) Emprega-se em ligações com as palavras santo e santa:
Rua de Sant’Ana, Culto de Sant’lago, Ordem de Sant’lago
d) Emprega-se para eliminar o e da preposição de, em combinações com substantivos:
Estrela-d’alva, Copo-d’água, Pau-d’alho, Pau-d’óleo,
2º) Não usa o apóstrofo:
1. Em uniões perfeitas:
No, Nas, Neles, Nela, Nestas, Nisto, Nesse, Nessa, Naquilo, Nestoutra, Num, Noutra, Nuns, Nos, Nisso, Noutrem, Nalgum, Noutras, Nessoutro, Naqueloutra,
Obs.:
Quando a preposição se combina com a forma articulares ou pronominais a, o, as, os ou quaisquer pronomes ou advérbios começados por vogal, mas acontece estarem essas palavras integradas em construção de infinitivo, não se emprega o apóstrofo, nem se funde a preposição com a forma imediata, escrevendo-se estas duas separadamente:
Afim de ele entender
Apesar de não ter o conhecido
Em virtude de nossos amigos serem corajosos
O fato de o perceber
QUANTO À POSIÇÃO DA SÍLABA TÔNICA
1. Acentuam-se as oxítonas terminadas em “A”, “E”, “O”, seguidas ou não de “S”, inclusive as formas verbais quando seguidas de “LO(s)” ou “LA(s)”. Também recebem acento as oxítonas terminadas em ditongos abertos, como “ÉI”, “ÉU”, “ÓI”, seguidos ou não de “S”
Ex.
Chá Mês nós
Gás Sapé cipó
Dará Café avós
Pará Vocês compôs
vatapá pontapés só
Aliás português robô
dá-lo vê-lo avó
recuperá-los Conhecê-los pô-los
guardá-la Fé compô-los
réis (moeda) Véu dói
méis céu mói
pastéis Chapéus anzóis
ninguém parabéns Jerusalém
Resumindo:
Só não acentuamos oxítonas terminadas em “I” ou “U”, a não ser que seja um caso de hiato. Por exemplo: as palavras “baú”, “aí”, “Esaú” e “atraí-lo” são acentuadas porque as semivogais “i” e “u” estão tônicas nestas palavras.
2. Acentuamos as palavras paroxítonas quando terminadas em:
•L – afável, fácil, cônsul, desejável, ágil, incrível.
•N – pólen, abdômen, sêmen, abdômen.
•R – câncer, caráter, néctar, repórter.
•X – tórax, látex, ônix, fênix.
•PS – fórceps, Quéops, bíceps.
•Ã(S) – ímã, órfãs, ímãs, Bálcãs.
•ÃO(S) – órgão, bênção, sótão, órfão.
•I(S) – júri, táxi, lápis, grátis, oásis, miosótis.
•ON(S) – náilon, próton, elétrons, cânon.
•UM(S) – álbum, fórum, médium, álbuns.
•US – ânus, bônus, vírus, Vênus.
Também acentuamos as paroxítonas terminadas em ditongos crescentes (semivogal+vogal):
Névoa, infância, tênue, calvície, série, polícia, residência, férias, lírio.
3. Todas as proparoxítonas são acentuadas.
Ex. México, música, mágico, lâmpada, pálido, pálido, sândalo, crisântemo, público, pároco, proparoxítona.
QUANTO À CLASSIFICAÇÃO DOS ENCONTROS VOCÁLICOS
4. Acentuamos as vogais “I” e “U” dos hiatos, quando:
•Formarem sílabas sozinhos ou com “S”
Ex. Ju-í-zo, Lu-ís, ca-fe-í-na, ra-í-zes, sa-í-da, e-go-ís-ta.
QUANTO À CLASSIFICAÇÃO DOS ENCONTROS VOCÁLICOS
4. Acentuamos as vogais “I” e “U” dos hiatos, quando:
•Formarem sílabas sozinhos ou com “S”
Ex. Ju-í-zo, Lu-ís, ca-fe-í-na, ra-í-zes, sa-í-da, e-go-ís-ta.
IMPORTANTE
Por que não acentuamos “ba-i-nha”, “fei-u-ra”, “ru-im”, “ca-ir”, “Ra-ul”, se todos são “i” e “u” tônicas, portanto hiatos?
Porque o “i” tônico de “bainha” vem seguido de NH. O “u” e o “i” tônicos de “ruim”, “cair” e “Raul” formam sílabas com “m”, “r” e “l” respectivamente. Essas consoantes já soam forte por natureza, tornando naturalmente a sílaba “tônica”, sem precisar de acento que reforce isso.
5. Trema
Não se usa mais o trema em palavras da língua portuguesa. Ele só vai permanecer em nomes próprios e seus derivados, de origem estrangeira, como Bündchen, Müller, mülleriano (neste caso, o “ü” lê-se “i”)
6. Acento Diferencial
O acento diferencial permanece nas palavras:
pôde (passado), pode (presente)
pôr (verbo), por (preposição)
Nas formas verbais, cuja finalidade é determinar se a 3ª pessoa do verbo está no singular ou plural:
SINGULAR PLURAL
Ele tem Eles têm
Ele vem Eles vêm
Essa regra se aplica a todos os verbos derivados de “ter” e “vir”, como: conter, manter, intervir, deter, sobrevir, reter, etc.
Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa – Base X – acentuação das vogais tônicas grafadas I e U das palavras oxítonas e paroxítonas
1º) As vogais tônicas grafadas com i e u das palavras oxítonas e paroxítonas levam acento agudo quando antecedidas de uma vogal com que não formam ditongo e desde que não constituam sílaba com a eventual consoante seguinte, excetuando o caso de s:
Aí Atraí Baú Caís Esaú Jacuí Luís Alaúde Baía Balaústre Ciúme Egoísmo Miúdo Sanduíche
2º) As vogais tônicas grafadas com i e u das palavras oxítonas e paroxítonas não levam acento agudo quando, antecedidas de vogal com que não forme ditongo, constituem sílaba com a consoante seguinte, como é o caso de nh, l, m, n, r, z:
Bainha, Rainha, Paul, Coimbra, Ruins, Influir, Juiz
3º) Levam acento agudo a vogal tônica grafada com i, formas oxítonas terminadas em r dos verbos em –air e –uir, quando estas se combinam com as formas pronominais –lo, -la:
Atraí-lo – de atrair-lo
Possuí-la – de possuir-la
4º) Não recebem acento agudo as vogais tônicas i e u das palavras paroxítonas, quando estas são precedidas de ditongo:
Baiuca, Boiuno, Cauila, Cheiinho, Saiinha
5º) Levam acento as oxítonas de vogais tônicas grafadas com i e u quando precedidas de ditongo, encontram-se em posição final ou seguidas de s:
Piauí , Teiú, Tuiuiú, Tuiuiús
6º) Não se acentua os ditongos tônicos grafados com iu e ui, quando precedidos de vogal:
Distraiu, Instruiu, Pauis
7º) Não se acentua o –u tônico nas formas verbais rizotônicas, quando precedido de g ou q e seguido de –e ou –i (grupos que/qui e gue/gui)
Arguo Averiguas Enxaguam Deliqui Argui Apazigue Oblique Averigue Enxague Delinquo Enxagues Arguem Enxaguo Delinquem
É equívoco afirmar que este acordo visa uniformizar a língua, já que uma língua não existe apenas em função de sua ortografia. Vale lembrar que a ortografia é apenas um aspecto superficial da escrita da língua, e que as diferenças entre o Português falado nos diversos países lusófonos subsistirão em questões referentes à pronúncia, vocabulário e gramática. Uma língua muda em função de seus falantes e do tempo, não por meio de Leis ou Acordos.
A queixa de muitos estudantes e usuários da língua escrita é que, depois de internalizada uma regra, é difícil “desaprendê-la”. Então, cabe aqui uma dica: quando se tiver uma dúvida sobre a escrita de alguma palavra, o ideal é consultar o Novo Acordo (tenha um sempre em fácil acesso) ou, na melhor das hipóteses, use um sinônimo para referir-se a tal palavra.
Mostraremos nessa sessão de artigos o Novo Acordo de uma maneira descomplicada, apontando como é que fica estabelecido de hoje em diante a Ortografia Oficial do Português falado no Brasil.
Alfabeto
A influência do inglês no nosso idioma agora é oficial. Há muito tempo as letras “k”, “w” e “y” faziam parte do nosso idioma, isto não é nenhuma novidade. Elas já apareciam em unidades de medidas, nomes próprios e palavras importadas do idioma inglês, como:
km – quilômetro,
kg – quilograma
Show, Shakespeare, Byron, Newton, dentre outros.
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Acentuação Gráfica QUANTO À POSIÇÃO DA SÍLABA TÔNICA
1. Acentuam-se as oxítonas terminadas em “A”, “E”, “O”, seguidas ou não de “S”, inclusive as formas verbais quando seguidas de “LO(s)” ou “LA(s)”. Também recebem acento as oxítonas terminadas em ditongos abertos, como “ÉI”, “ÉU”, “ÓI”, seguidos ou não de “S”
Ex.
Chá Mês nós
Gás Sapé cipó
Dará Café avós
Pará Vocês compôs
vatapá pontapés só
Aliás português robô
dá-lo vê-lo avó
recuperá-los Conhecê-los pô-los
guardá-la Fé compô-los
réis (moeda) Véu dói
méis céu mói
pastéis Chapéus anzóis
ninguém parabéns Jerusalém
Resumindo:
Só não acentuamos oxítonas terminadas em “I” ou “U”, a não ser que seja um caso de hiato. Por exemplo: as palavras “baú”, “aí”, “Esaú” e “atraí-lo” são acentuadas porque as semivogais “i” e “u” estão tônicas nestas palavras.
2. Acentuamos as palavras paroxítonas quando terminadas em:
•L – afável, fácil, cônsul, desejável, ágil, incrível.
•N – pólen, abdômen, sêmen, abdômen.
•R – câncer, caráter, néctar, repórter.
•X – tórax, látex, ônix, fênix.
•PS – fórceps, Quéops, bíceps.
•Ã(S) – ímã, órfãs, ímãs, Bálcãs.
•ÃO(S) – órgão, bênção, sótão, órfão.
•I(S) – júri, táxi, lápis, grátis, oásis, miosótis.
•ON(S) – náilon, próton, elétrons, cânon.
•UM(S) – álbum, fórum, médium, álbuns.
•US – ânus, bônus, vírus, Vênus.
Também acentuamos as paroxítonas terminadas em ditongos crescentes (semivogal+vogal):
Névoa, infância, tênue, calvície, série, polícia, residência, férias, lírio.
3. Todas as proparoxítonas são acentuadas.
Ex. México, música, mágico, lâmpada, pálido, pálido, sândalo, crisântemo, público, pároco, proparoxítona.
QUANTO À CLASSIFICAÇÃO DOS ENCONTROS VOCÁLICOS
4. Acentuamos as vogais “I” e “U” dos hiatos, quando:
•Formarem sílabas sozinhos ou com “S”
Ex. Ju-í-zo, Lu-ís, ca-fe-í-na, ra-í-zes, sa-í-da, e-go-ís-ta.
IMPORTANTE
Por que não acentuamos “ba-i-nha”, “fei-u-ra”, “ru-im”, “ca-ir”, “Ra-ul”, se todos são “i” e “u” tônicas, portanto hiatos?
Porque o “i” tônico de “bainha” vem seguido de NH. O “u” e o “i” tônicos de “ruim”, “cair” e “Raul” formam sílabas com “m”, “r” e “l” respectivamente. Essas consoantes já soam forte por natureza, tornando naturalmente a sílaba “tônica”, sem precisar de acento que reforce isso.
5. Trema
Não se usa mais o trema em palavras da língua portuguesa. Ele só vai permanecer em nomes próprios e seus derivados, de origem estrangeira, como Bündchen, Müller, mülleriano (neste caso, o “ü” lê-se “i”)
6. Acento Diferencial
O acento diferencial permanece nas palavras:
pôde (passado), pode (presente)
pôr (verbo), por (preposição)
Nas formas verbais, cuja finalidade é determinar se a 3ª pessoa do verbo está no singular ou plural:
SINGULAR PLURAL
Ele tem Eles têm
Ele vem Eles vêm
Essa regra se aplica a todos os verbos derivados de “ter” e “vir”, como: conter, manter, intervir, deter, sobrevir, reter, etc.
Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa – Base XII e XIII – acento grave e supressão dos acentos em palavras derivadas
1º) Recebem o acento grave:
a) Contração de uma preposição a com o artigo feminino ou pronome demonstrativo o:
à – junção de a + a
às – junção de a + as
b) Contração da preposição a com os demonstrativos aquele, aquela, aqueles, aquelas e aquilo, não podendo deixar de citar as preposições com os compostos aqueleoutro e suas flexões:
àquele àquela àquilo àqueleoutro àquelaoutra àqueles àquelas àqueleoutro àquelaoutra
1º) Não se usa o acento agudo ou circunflexo em advérbios terminados em –mente, derivado de adjetivos:
avidamente – de ávido debilmente – de débil facilmente – de fácil habilmente – de hábil ingenuamente – de ingênuo somente – de só
2º) Não se usa o acento agudo e circunflexo em palavras derivadas que contêm sufixos iniciados por z e cujas formas originais apresentam vogal tônica em que apresenta acento agudo ou circunflexo:
aneizinhos – de anéis avozinha – de avó bebezinho – de bebê cafezada – de café chapeuzinho – de chapéu chazeiro – de chá ilheuzito – de ilhéu mazinha – de má orfãzinho – de órfão lampadazita – de lâmpada avozinho – de avô bençãozinho – de bênção
Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa – Base XVIII – apóstrofo
1º) Casos de apóstrofo:
a) Usa-se para combinações e aglutinações de vocábulos distintos:
d’Os Lusíadas, d’Os Sertões, n’Os Lusíadas, n’Os Sertões, pel’Os Lusíadas
b) Usa-se em contração e aglutinação com formas pronominais para dar realce:
d’Ele, n’Ele, d’Aquele, n’Aquela, d’o, n’a, n’o, Pel’o, m’o, Tu’a
c) Emprega-se em ligações com as palavras santo e santa:
Rua de Sant’Ana, Culto de Sant’lago, Ordem de Sant’lago
d) Emprega-se para eliminar o e da preposição de, em combinações com substantivos:
Estrela-d’alva, Copo-d’água, Pau-d’alho, Pau-d’óleo,
2º) Não usa o apóstrofo:
1. Em uniões perfeitas:
No, Nas, Neles, Nela, Nestas, Nisto, Nesse, Nessa, Naquilo, Nestoutra, Num, Noutra, Nuns, Nos, Nisso, Noutrem, Nalgum, Noutras, Nessoutro, Naqueloutra,
Obs.:
Quando a preposição se combina com a forma articulares ou pronominais a, o, as, os ou quaisquer pronomes ou advérbios começados por vogal, mas acontece estarem essas palavras integradas em construção de infinitivo, não se emprega o apóstrofo, nem se funde a preposição com a forma imediata, escrevendo-se estas duas separadamente:
Afim de ele entender
Apesar de não ter o conhecido
Em virtude de nossos amigos serem corajosos
O fato de o perceber
QUANTO À POSIÇÃO DA SÍLABA TÔNICA
1. Acentuam-se as oxítonas terminadas em “A”, “E”, “O”, seguidas ou não de “S”, inclusive as formas verbais quando seguidas de “LO(s)” ou “LA(s)”. Também recebem acento as oxítonas terminadas em ditongos abertos, como “ÉI”, “ÉU”, “ÓI”, seguidos ou não de “S”
Ex.
Chá Mês nós
Gás Sapé cipó
Dará Café avós
Pará Vocês compôs
vatapá pontapés só
Aliás português robô
dá-lo vê-lo avó
recuperá-los Conhecê-los pô-los
guardá-la Fé compô-los
réis (moeda) Véu dói
méis céu mói
pastéis Chapéus anzóis
ninguém parabéns Jerusalém
Resumindo:
Só não acentuamos oxítonas terminadas em “I” ou “U”, a não ser que seja um caso de hiato. Por exemplo: as palavras “baú”, “aí”, “Esaú” e “atraí-lo” são acentuadas porque as semivogais “i” e “u” estão tônicas nestas palavras.
2. Acentuamos as palavras paroxítonas quando terminadas em:
•L – afável, fácil, cônsul, desejável, ágil, incrível.
•N – pólen, abdômen, sêmen, abdômen.
•R – câncer, caráter, néctar, repórter.
•X – tórax, látex, ônix, fênix.
•PS – fórceps, Quéops, bíceps.
•Ã(S) – ímã, órfãs, ímãs, Bálcãs.
•ÃO(S) – órgão, bênção, sótão, órfão.
•I(S) – júri, táxi, lápis, grátis, oásis, miosótis.
•ON(S) – náilon, próton, elétrons, cânon.
•UM(S) – álbum, fórum, médium, álbuns.
•US – ânus, bônus, vírus, Vênus.
Também acentuamos as paroxítonas terminadas em ditongos crescentes (semivogal+vogal):
Névoa, infância, tênue, calvície, série, polícia, residência, férias, lírio.
3. Todas as proparoxítonas são acentuadas.
Ex. México, música, mágico, lâmpada, pálido, pálido, sândalo, crisântemo, público, pároco, proparoxítona.
QUANTO À CLASSIFICAÇÃO DOS ENCONTROS VOCÁLICOS
4. Acentuamos as vogais “I” e “U” dos hiatos, quando:
•Formarem sílabas sozinhos ou com “S”
Ex. Ju-í-zo, Lu-ís, ca-fe-í-na, ra-í-zes, sa-í-da, e-go-ís-ta.
QUANTO À CLASSIFICAÇÃO DOS ENCONTROS VOCÁLICOS
4. Acentuamos as vogais “I” e “U” dos hiatos, quando:
•Formarem sílabas sozinhos ou com “S”
Ex. Ju-í-zo, Lu-ís, ca-fe-í-na, ra-í-zes, sa-í-da, e-go-ís-ta.
IMPORTANTE
Por que não acentuamos “ba-i-nha”, “fei-u-ra”, “ru-im”, “ca-ir”, “Ra-ul”, se todos são “i” e “u” tônicas, portanto hiatos?
Porque o “i” tônico de “bainha” vem seguido de NH. O “u” e o “i” tônicos de “ruim”, “cair” e “Raul” formam sílabas com “m”, “r” e “l” respectivamente. Essas consoantes já soam forte por natureza, tornando naturalmente a sílaba “tônica”, sem precisar de acento que reforce isso.
5. Trema
Não se usa mais o trema em palavras da língua portuguesa. Ele só vai permanecer em nomes próprios e seus derivados, de origem estrangeira, como Bündchen, Müller, mülleriano (neste caso, o “ü” lê-se “i”)
6. Acento Diferencial
O acento diferencial permanece nas palavras:
pôde (passado), pode (presente)
pôr (verbo), por (preposição)
Nas formas verbais, cuja finalidade é determinar se a 3ª pessoa do verbo está no singular ou plural:
SINGULAR PLURAL
Ele tem Eles têm
Ele vem Eles vêm
Essa regra se aplica a todos os verbos derivados de “ter” e “vir”, como: conter, manter, intervir, deter, sobrevir, reter, etc.
Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa – Base X – acentuação das vogais tônicas grafadas I e U das palavras oxítonas e paroxítonas
1º) As vogais tônicas grafadas com i e u das palavras oxítonas e paroxítonas levam acento agudo quando antecedidas de uma vogal com que não formam ditongo e desde que não constituam sílaba com a eventual consoante seguinte, excetuando o caso de s:
Aí Atraí Baú Caís Esaú Jacuí Luís Alaúde Baía Balaústre Ciúme Egoísmo Miúdo Sanduíche
2º) As vogais tônicas grafadas com i e u das palavras oxítonas e paroxítonas não levam acento agudo quando, antecedidas de vogal com que não forme ditongo, constituem sílaba com a consoante seguinte, como é o caso de nh, l, m, n, r, z:
Bainha, Rainha, Paul, Coimbra, Ruins, Influir, Juiz
3º) Levam acento agudo a vogal tônica grafada com i, formas oxítonas terminadas em r dos verbos em –air e –uir, quando estas se combinam com as formas pronominais –lo, -la:
Atraí-lo – de atrair-lo
Possuí-la – de possuir-la
4º) Não recebem acento agudo as vogais tônicas i e u das palavras paroxítonas, quando estas são precedidas de ditongo:
Baiuca, Boiuno, Cauila, Cheiinho, Saiinha
5º) Levam acento as oxítonas de vogais tônicas grafadas com i e u quando precedidas de ditongo, encontram-se em posição final ou seguidas de s:
Piauí , Teiú, Tuiuiú, Tuiuiús
6º) Não se acentua os ditongos tônicos grafados com iu e ui, quando precedidos de vogal:
Distraiu, Instruiu, Pauis
7º) Não se acentua o –u tônico nas formas verbais rizotônicas, quando precedido de g ou q e seguido de –e ou –i (grupos que/qui e gue/gui)
Arguo Averiguas Enxaguam Deliqui Argui Apazigue Oblique Averigue Enxague Delinquo Enxagues Arguem Enxaguo Delinquem
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